🌐 Equipe distribuída e orquestração

Pipeline de desenvolvimento agentico ★ Live

De um briefing vago a um lançamento assinado: pesquisa, designs concorrentes com revisão adversária, sua aprovação, decomposição da frota, agentes especializados, ciclos de teste, aceitação.

Entregue uma tarefa vaga à frota e um pipeline disciplinado assume o controle. O orquestrador reformula o briefing ("entendido como X, divisão proposta, ETA") com uma janela de revisão de cinco minutos: seu silêncio é GO, sua correção remodela o plano. A pesquisa roda com memória primeiro (o conhecimento próprio da frota antes da web), e então um arquiteto produz dois ou três designs concorrentes, e cada design enfrenta um revisor adversário cujo único trabalho é atacá-lo: suposições, custo, modos de falha, alternativas mais simples. Direções de design paralelas são baratas: cada uma pode rodar como sua própria sessão bifurcada ou subagente. Nada é implementado antes de você aprovar a arquitetura vencedora, um portão operacional rígido registrado como um documento de decisão. O plano é então decomposto em tarefas de frota reivindicáveis com critérios de aceitação explícitos e arrendamentos de recursos, para que os agentes não colidam nos mesmos arquivos. Agentes especializados fazem o trabalho (implementador, tradutor, auditor de segurança, conformidade, integrador), cada um reivindicando tarefas que correspondam ao seu papel. Loops de teste verificam contra os critérios de aceitação escritos na entrada, você aceita o resultado, e o lançamento é enviado assinado. O operador entra exatamente três vezes: briefing, arquitetura, aceitação. Todo o resto roda lado do agente, totalmente auditado.